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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Impedida de exercer seu trabalho, vereadora Cibele deverá processar presidente da Câmara de Sapé


Entre as muitas arbitrariedades cometidas pelo vereador Johni, está a exposição em redes sociais, das minúcias do atestado médico, o impedimento da vereadora de votar e ser votada nas comissões permanentes da Casa, além deste, tripudiar, quanto aos esforços da vereadora Cibele, em se deslocar até à Câmara para exercer seu mandato.

As arbitrariedades cometidas pelo vereador-presidente da Câmara Municipal de Sapé Johni Rocha poderá lhe render processo, é o que pretende fazer a vereadora Cibele Cabral da Silva(PSB), conforme adiantou a este portal.
Na sessão de abertura dos trabalhos legislativos da Casa de Augusto dos Anjos, realizada no último dia 16/02, quando, mesmo cirurgiada, a nobre parlamentar fez um esforço hercúleo para participar dos trabalhos na Casa, não pensou jamais que teria seus direitos cerceados pelo presidente Johni Rocha, porque, mesmo que tivesse apresentado atestado médico, conforme o regimento da Câmara, ela poderia retirá-lo ou até mesmo ser avaliada através de uma votação (conforme consta no Regimento Interno da Câmara); mas que segundo ela, o atual presidente não submeteu essa condição ao plenário. “As minhas condições de saúde quem sabe sou eu, interessa a mim e ao meu médico. Se eu me acho em condições, porque não tenho o direito de voltar ao trabalho? O senhor Johni Rocha não tinha o direito de cercear minha fala e de impedir que eu votasse nas comissões permanentes”, disse ela, que continuou: “O médico me recomendou 30 dias de afastamento, mas creio que, se o próprio paciente não souber de suas condições de saúde, quem saberá? Se eu tive condições de estar presente no plenário é porque me senti em condições de exercer meu mandato, num momento ímpar da Casa, que é a votação das comissões permanentes. Mas fui impedida pelo presidente Johni Rocha. E pelo que sei, ele é vereador e não médico”, pontuou a vereadora Cibele, que ficou visivelmente chateada com o chavão irônico do presidente ao dizer: Vá pra casa descansar, vereadora!
Logo após a sessão, a vereadora concedeu entrevistas a vários portais
A parlamentar também argumenta que, se o presidente achasse que ela não deveria votar e ser votada, este poderia ter enfocado esse assunto antes do início da sessão; fato que não aconteceu naquele momento. “Ele permitiu que eu votasse e fosse votada nas comissões, para depois, quando percebeu que ia perder por conta da nossa representação partidária, que é bem maior na Casa, passou a argumentar minha condição médica, não permitindo minha condição de parlamentar no meu direito de exercer as minhas funções até o final da sessão”, disse Cibele.

Por conta de todas essas atitudes do presidente da Câmara de Sapé, a nobre vereadora Cibele Cabral deverá entrar com uma ação na justiça, para poder exercer sua digna função em prol do povo sapeense, na Casa de Augusto dos Anjos. “Em toda a minha vida, nunca vi algo tão grotesco, antiético e antirregimental, como o acontecido na sessão de abertura dos trabalhos legislativos”, desabafou a vereadora.

Da redação
do Interiorano

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