Jornal O Interiorano - A verdade como referência - Fundador: João Victor da Silva - CNPJ: 13.513.199/0001-01 - Fone: (83) 8855-0110 - Sapé-Paraíba.

sábado, 7 de dezembro de 2019


ESTRELA DA MANHÃ

LOUVOR, ADORAÇÃO E A PALAVRA DE DEUS MARCARAM O ANIVERSÁRIO DE 1 ANO DO PROGRAMA NA SAPÉ FM

O programa especial “Estrela da Manhã”, desta manhã de sábado, 7 de dezembro, apresentado pelos irmãos evangélicos Cibele Cabral e João Victor, alcançou uma audiência extraordinária, com visitações e muitas ligações telefônicas de ouvintes evangélicos e não evangélicos da cidade de Sapé.

Com duração de 1 hora, o programa deste sábado teve aumentada, mais uma hora, pelo aniversário de um ano, o que possibilitou uma explanação mais ampla da Palavra de Deus e a participação mais efetiva dos ouvintes.

No ar, os apresentadores agradeceram ao diretor-presidente Camilo de Lellis Lins pela concessão de mais hora, naquela ocasião, lembrando da providência de Deus ao abrir o espaço para um programa que chega aos lares e aos corações dos sapeenses.

Para Cibele e João Victor: “O tempo passou muito rápido, parece que foi ontem, mas foi um tempo primoroso, para que pudéssemos levar a Palavra de Deus aos quatro cantos da cidade”.

O Programa radiofônico Estrela da manhã, em seu horário normal, vai ao ar todos os sábados, das 10h até as 11h da manhã.


Da redação
Do Interiorano

Dez prefeitos confirmam saída do PSB após desfiliação de João Azevedo


A decisão do governador João Azevêdo de se desfiliar do PSB deve causar um grande estrago à legenda na Paraíba. Até agora, pelo menos dez prefeitos (veja lista abaixo) já comunicaram que estão deixando a sigla socialista.
A expectativa é de que até o final desta semana mais seis prefeitos (veja lista abaixo) anunciem desligamento dos quadros do PSB paraibano. Na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), os vereadores socialistas Leo Bezerra e Tibério Limeira já comunicaram a saída da legenda.
Os secretários estaduais Deusdete Queiroga (Infraestrutura e Recursos Hídricos) e Geraldo Medeiros (Saúde) também já anunciaram que estão deixando o partido após o anúncio do governador. Os dois têm tido os nomes especulados para concorrerem no ano que vem às prefeituras de João Pessoa e Campina Grande, respectivamente.

Prefeitos que já anunciaram desfiliação do PSB

Benício Neto (Pilar)
Chico Mendes (São José de Piranhas)
Dr. Lúcio (Itabaiana)
Fernando Naya (Rio Tinto)
George Coelho (Sobrado)
Marcelo Monteiro (Lucena)
Nobinho (Esperança)
Roberto Feliciano (Sapé)
Ricardo Pereira (Princesa Isabel)
Tiago Castro (Cabaceiras)

Prefeitos que devem anunciar desfiliação do PSB

Aron (Itatuba)
Nelinho (Cacimba de Dentro)
Dedé Romão (Pedras de Fogo)
Eunice Pessoa (Mamanguape)
Fábio Tyrone (Sousa)
Paulo Dália (Juripiranga)

Da Redação 
Com Paraíba Já

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

EM BUSCA DA DEMOCRACIA PERDIDA”

Após ataques de Ricardo, João Azevêdo anuncia desfiliação do PSB


Governador João Azevêdo - Foto: Secom-PB
O governador João Azevêdo anunciou, nesta terça-feira (3), a desfiliação do Partido Socialista Brasileiro (PSB). A decisão é tomada um dia após o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) sacramentar o rompimento político com seu antecessor. 
Em carta, o gestor afirma que chegou a aguardar o restabelecimento do diálogo no PSB, mas, diante da falta de qualquer atitude de autocrítica depois da intervenção no Diretório Estadual, sai da legenda “em busca da democracia perdida”.
João Azevêdo também agradeceu a todos os militantes, dirigentes e colaboradores que confiaram nas propostas do governo e têm hipotecado solidariedade irrestrita nesse momento tão delicado.
Segundo um dos trechos do documento assinado pelo governador, “A democracia que defendemos não deve ser um conceito vago, um ser abstrato, que se usa quando convém, para embasar as próprias teses e dar ganho de causa a argumentos e procedimentos. Democracia é uma palavra viva que precisa estar presente no nosso dia a dia. E eu procuro praticá-la nas minhas atividades, no cotidiano, com minha equipe, com amigos, com companheiros e companheiras, na relação com a comunidade, com as instituições e os movimentos sociais. Uma prática que adoto em família, compartilhando com minha esposa e estendendo esse conceito a filhos e netos, como um legado de vida”, conceituou.
Em entrevista nessa segunda-feira (2), à TV Master, Coutinho fez críticas ao estilo de Azevêdo, reclamou das demissões de militantes no governo e desdenhou da capacidade do agora ex-aliado. “Não seria eleito nem para vereador”, disparou.
Leia a carta na íntegra:
“Saio do PSB em busca da democracia perdida
Ao povo paraibano.
Tenho exercido os limites da paciência para não incorrer nas falhas que a pressa leva sempre a cometermos. Mas, como humanos, todos temos nossos limites. E o meu chegou com o PSB, partido ao qual sou filiado e me elegi governador em 2018. Desde a dissolução do Diretório Estadual, em agosto deste ano, sucedido por uma intervenção nacional ou simplesmentpelo golpe aplicado – segundo companheiros de partido e a imprensa local, que o incômodo com a situação só se agravava e exigia, mais cedo ou mais tarde, uma tomada de decisão. E ela chegou. Saio do PSB em busca da democracia perdida.
Muitos achavam que essa decisão deveria ter sido imediata ao ato de força que culminou com a dissolução do Diretório eleito em congresso, sem a menor justificativa. Ou quando foi nomeada uma Comissão Interventora pela direção nacional da legenda que colocaram meu nome junto com o senador Veneziano Vital e outros dois companheiros, sem consulta alguma, nessa tal Comissão Interventora.
Não a tomei em nenhum desses momentos, embora justificativas não faltassem, justamente para que os ânimos pudessem ser serenados, o diálogo restabelecido e a ordem verdadeiramente democrática voltasse a predominar no PSB paraibano.
O que se viu, no entanto, foi a falta de qualquer gesto ou atitude de autocrítica pelo terrível erro cometido com a bonita história de nosso partido na Paraíba. Nos nivelamos a legendas autocráticas, de ocasião, sem zelo pelos mandatos eletivos em andamento. E pensar que o partido acaba de realizar evento nacional para promover uma Autorreforma. Sem democracia interna não existem sequer reformas, imaginem autorreforma.
A democracia que defendemos não deve ser um conceito vago, um ser abstrato, que se usa quando convém, para embasar as próprias teses e dar ganho de causa a argumentos e procedimentos. Democracia é uma palavra viva que precisa estar presente no nosso dia a dia. E eu procuro praticá-la nas minhas atividades, no cotidiano, com minha equipe, com amigos, com companheiros e companheiras, na relação com a comunidade, com as instituições e os movimentos sociais. Uma prática que adoto em família, compartilhando com minha esposa e estendendo esse conceito a filhos e netos, como um legado de vida.
Mágoas e rancores não cabem em meu coração. Apenas lamentações. A primeira, por ter que deixar o partido pelo qual fui eleito. Sem antes deixar de agradecer a todos os militantes, dirigentes e colaboradores que confiaram nas nossas propostas e têm hipotecado solidariedade irrestrita nesse momento tão delicado.
A segunda e última lamentação eu não poderia deixar de registrar, porque essa dói profundamente e não vou guardar apenas comigo, pois isso faz mal à alma. Ironicamente, as maiores críticas ao nosso Governo nesses 11 meses não vieram da oposição, dos partidos políticos, dos sindicatos e associações de classe, dos deputados na Assembléia, da imprensa, dos artistas e intelectuais, das universidades e da sociedade em geral, que têm toda legitimidade para contestar e apontar os caminhos a serem seguidos pelos governantes.
A maioria das críticas – ou melhor, dos ataques –, veio de membros do nosso próprio partido. E não foi do militante lá na ponta ou de alguém que votou e contribuiu de alguma forma, talvez desgostoso com algum fato menor ou desentendimento com alguém dos quadros governamentais. O antagonismo veio de figuras de proa do PSB, que mesmo antes da Intervenção ou do golpe, já atacavam o Governo, secretários e o governador.
Cheguei a ser severamente criticado em entrevistas e redes sociais simplesmente por dar continuidade ao Projeto do PSB, por sequenciar obras e realizações que não foram concluídas até 31 de dezembro de 2018 e muitas dadas como concluídas e inauguradas. Mantivemos nomes e continuamos todos os programas e projetos do Governo anterior, com direito a ampliá-los, incorporando novas visões e atores sociais. Mantive grande parte da equipe anterior, mesmo assim, pelo fato de ter realmente assumido as funções de governador do estado, tomando minhas próprias decisões, com possíveis erros e acertos, não foi do agrado de alguns que achavam que continuariam a governar a Paraíba.
Convivi neste período, com boicotes e sabotagens internos à gestão promovidos por alguns, que apegados a funções e salários, não tiveram a dignidade de entregar seus cargos, agindo ou não sob algum tipo de comando superior.
Confesso que ainda não entendi o porquê disso tudo. Quais objetivos se escondem – se é que existem ou foi de ato impensado – para a semeadura de tanta discórdia em uma legenda que venceu as eleições de forma consagradora e transformou-se na maior agremiação partidária do Estado.
Mas, como a vida é feita de ciclos, iniciaremos uma nova caminhada a partir de hoje.
“A cada chamado da vida, o coração deve estar pronto para a despedida e para novo começo, com ânimo e sem lamúrias”, assim escreveu um famoso escritor alemão.
Quero agradecer aos inúmeros convites que tenho recebido, de dirigentes estaduais e nacionais, para ingressar em uma nova legenda. Não abri diálogo e nem avancei em qualquer tratativa, ante minha filiação anterior ao PSB. Mas irei fazê-lo neste final de ano, a fim de iniciar 2020 em uma nova e acolhedora casa. Não pretendo criar novo partido ou seguir modismos oportunistas. Acredito que o fortalecimento da democracia passa por partidos programáticos, ideológicos, com diversidade, unidade e, principalmente, com eleições internas de seus membros em fóruns regimentais e respeito às decisões de todas as instâncias partidárias.
Irei mudar de partido porque o meu atual desconfigurou-se por completo na Paraíba. Mas os princípios e o conjunto de idéias que acredito, caminharão sempre comigo. Vou procurar uma legenda que se afine com nossa visão de mundo e de Brasil, que não seja sectária, dona da verdade, que não exerça patrulha ideológica e refute alianças programáticas. Também que não flerte com o extremismo, com o fanatismo político, seja de direita ou de esquerda, nem tampouco pratique a idolatria personalista. Que os discursos para dentro sejam os mesmos para fora. Que a verdade seja sempre o que norteie as decisões. Que o dinheiro público seja respeitado.
Acredito em um partido que abrace o pluralismo de idéias, a independência e o respeito entre os poderes; que professe a liberdade de imprensa e de religião, o estado laico, o multiculturalismo, o desenvolvimento sustentável, a globalização e a inclusão social com desenvolvimento; a defesa das causas ambientais, o direito das minorias e o respeito às famílias; a diversidade, o empreendedorismo e o Estado para corrigir as desigualdades e também como indutor da economia; os valores cristãos, sem usar em vão o nome de Deus em atividade política; e, por fim, a harmonia, o diálogo e a paz social entre nós cidadãos.
Aos amigos e amigas que esperaram por essa decisão e confiam em nosso trabalho, que com muita humildade e seriedade vem mantendo e melhorando praticamente todos os índices da Paraíba, em destaque no cenário nacional, convido-os para nos acompanhar nessa caminhada que se inicia.
A partir de hoje, vou consultar muitos de vocês para que tomemos a decisão em conjunto, porque ninguém, sozinho, é dono da verdade.
Aos paraibanos e paraibanas, meus sinceros respeitos. Ajudem-me a continuar trilhando o mesmo caminho confiado, até o dia 31 de dezembro de 2022.
DEMOCRACIA, SEMPRE!
DITADURA, NUNCA MAIS!
João Azevêdo Lins Filho
Governador da Paraíba
MaisPB
FIM DA ALIANÇA

Ricardo abre fogo contra João e oficializa rompimento com sucessor

+
Ricardo Coutinho - Foto: Maurílio Júnior/MaisPB
O ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) sacramentou o rompimento político com o governador João Azevêdo (PSB). Em entrevista à TV Master, nessa segunda-feira (2), Coutinho fez críticas ao estilo do agora ex-aliado, reclamou das demissões de militantes no governo e desdenhou da capacidade de Azevêdo. “Não seria eleito nem para vereador”, disparou.
Para Ricardo, existem dois motivos para o divórcio entre ele e Azevêdo. O socialista, no entanto, disse que falaria, no momento, apenas de um.
“O que acontece no PSB é muito mais grave, vem desde o ano passado antes da posse. Existem dois motivos, um não posso comentar agora, pois, falarei no futuro, e o outro era 2022. Quem teve de graça o cargo de governador, quando não seria eleito nem para vereador, tem medo de 2022 como se eu fosse pleitear. Se eu me apegasse a cargos, eu teria sido candidato a senador com uma eleição onde não gastaria nada”, afirmou.
Governador por oito anos, Coutinho condenou o governador João Azevêdo por demitir militantes no governo.
“Os militantes estão sendo demitidos… o nível de demissão foi enorme no Hospital de Trauma, não entendo o porque desse ódio, não entendo como alguns secretários não conseguem ser recebidos”, contestou.
Coutinho diz que em março de 2018, o então secretário e pré-candidato João Azevêdo, teria pedido a sua permanência no governo até o fim do mandato, para que a candidatura do PSB não fosse “engolida” pela vice-governadora Lígia Feliciano (PDT).
“Uma outra coisa que escutei foi o governador dizendo foi de que não me pediu para ficar no governo. Isso não é verdade, pediu sim, foi no final de fevereiro, começo de março [de 2018], lá na Granja Santana. Ele disse que se eu saísse do governo, com dois meses ele não sustentaria, porque Lígia [Feliciano, vice-governadora] iria engoli-lo, palavras dele. Eu não disse nada, fiquei na minha e não adiantei posicionamento nenhum e fui maturando, e, resolvi não sair candidato e fazer aquilo que julgava ser mais correto para a Paraíba”, revelou.
Ainda para Ricardo, a vaidade subiu a cabeça do governador, para que, segundo ele, abandonasse o “projeto”, e questionou o caráter do ex-aliado:
“Você para sentar numa cadeira de chefe de alguma coisa, viver com bajuladores, tem que ter uma segurança muito grande da tua construção de gente, para passar por isso sem se quebrar. O que o PSB fez ao atual governador, o que? Deu um mandato? Poderia ter um senador como eu e não teve”, atacou.
 Com  MaisPB
Créditos: Maurílio Júnior

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

EDUCAÇÃO

Governo do Estado divulga resultado final de concurso para professores


Palácio da Redenção, sede do Governo da Paraíba - Foto: Arquivo
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Administração, publicou no Diário Oficial da sexta-feira (29), o resultado final pós-recurso do concurso para o magistério da Secretaria de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia.
A lista também está disponível na edição online do Diário Oficial, no link https://auniao.pb.gov.br/doe. O candidato ainda poderá consultar seu desempenho individualmente pelo site do Instituto AOCP, banca organizadora do certame. O endereço é o http://www.institutoaocp.org.br.
O resultado está publicado de acordo com a disciplina optada, da região e tipo de concorrência, em ordem de classificação.
A classificação consta em seus dois anexos. O Anexo I é destinado aos candidatos que se submeteram a ampla concorrência e o Anexo II para os candidatos das vagas destinadas as pessoas com deficiência (PcD). Os candidatos que interpuseram recurso podem consultar a resposta no site da Banca Organizadora, no link citado acima, por até 10 dias a contar da data de publicação do Edital.
Esta é a fase final do concurso. Os candidatos agora devem aguardar a nomeação e convocação para posse que deve obedecer a classificação.
Provas aconteceram em julho – O concurso ofereceu mil vagas para professores de 13 disciplinas: Artes (72), Biologia (150), Educação Física (68), Filosofia (6), Física (47), Geografia (72), História (78). Língua Espanhola (18), Língua Inglesa (61), Língua Portuguesa (195), Matemática (199), Química (28) e Sociologia (6). Das 1.000 vagas oferecidas para o cargo efetivo de Professor de Educação Básica III, da carreira do Magistério Estadual, 50 vagas são destinadas às pessoas com deficiência. As provas foram aplicadas no dia 21 de julho nos municípios de Cajazeiras, Campina Grande, Catolé da Rocha, Cuité, Guarabira, Itabaiana, Itaporanga, João Pessoa, Mamanguape, Monteiro, Patos, Pombal, Princesa Isabel e Sousa.
Os vencimentos para o cargo de Professor de Educação Básica III – Classe B, poderão chegar ao valor de R$ 3.468,12 (três mil, quatrocentos e sessenta e oito reais e doze centavos), somando-se o valor do vencimento básico (R$ 2.110,12) mais o Bolsa Desempenho (R$ 1.208,00), acrescido da Bolsa de Incentivo ao Programa de Modernização e Eficiência da Gestão de Aprendizagem da Paraíba (R$ 150,00).
Os nomeados ainda poderão receber mais benefícios, como o Prêmio Mestre da Educação, que dá direito ao 14º e 15º salários, além do Prêmio Escola de Valor e o Bolsa Ensino Médio Inovador (Proemi), do Ministério da Educação (MEC). A carga horária é de 30 horas semanais. Este é o quarto concurso público realizado pelo Governo da Paraíba para o cargo de Professor de Educação Básica III, de 2011 até 2019, totalizando 5.040 vagas ofertadas.
Com MaisPB