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quarta-feira, 14 de junho de 2017

Raniery afirma que aliança PMDB / PSDB nacional, não significa união das siglas na Paraíba

Raniery afirma que aliança PMDB / PSDB nacional, não significa união das siglas na Paraíba
 A decisão do PSDB de se manter na base de apoio do presidente Michel Temer não pode ser determinante para as alianças que o PMDB fará nas eleições estaduais do próximo ano, avalia o deputado estadual Raniery Paulino. O parlamentar, que tem rusgas com os tucanos na Paraíba, defende que a união entre partidos se dê com base “em alianças programáticas”.

Paulino viu um certo choro, nas declarações do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), que ontem admitiu ter errado em não se aliar ao PMDB nas eleições estaduais de 2014. Segundo Cássio, o erro de estratégia pode ter lhe custado a vitória no pleito.

Indagado sobre a colocação de Cássio, Raniery disse que prefere não analisar alianças de isolado, com benefícios pessoais para A ou B. Ele, defendeu que a união entre partidos se dê com base “em alianças programáticas e atender aos anseios de toda a coletividade e não individuais”, disse destacando ainda entender que a aliança nacional entre o PMDB e o PSDB não deve servir de indexador para os entendimentos estaduais.

“Eu acho que essa questão [da aliança nacional entre PMDB e PSDB] não tem que indexar às alianças estaduais, como não indexou às alianças municipais. Eu tenho defendido que as alianças político-partidárias se façam de forma programada. O meu programa, o que eu defendo, a minha bandeira na Assembleia tem que ser recepcionada por aqueles que eu vou fazer aliança. Da mesma forma que eu tenho que absorver o que está sendo posto. O que por ventura a gente não tiver de pontos de convergência, temos que discutir essa relação o que não é pode é apenas ser uma relação indexada”, comentou.

Para o deputado o momento é muito delicado, tanto para a população como a classe política. “Como filiado ao PMDB, bem como cidadão noto que o Brasil vive um momento de muita aflição. O melhor caminha para mim seria as eleições diretas, mas não tem amparo constitucional ainda”, destacando que se deve seguir então o que rege a Constituição. Recentemente Paulino, defendeu como saída a renúncia do presidente Michel Temer (PMDB).

Redação com PBAGORA

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